Blog da Fornarii

5 Semelhanças Entre o Samba e o Pão

Como diz a composição de Dorival Caymmi: “Quem não gosta de samba, bom sujeito não é”, por isso ampliamos esse pensamento para: “Quem não gosta de samba e pão, bom sujeito não é.” Alguém resiste à união do pandeiro, cuíca, cavaquinho e repique?

2 de dezembro é o Dia Nacional do Samba, celebrando a data do primeiro Congresso Nacional do Samba no Rio de Janeiro. E nesse dia, nós, amantes de pão e de samba, vamos mostrar 5 semelhanças entre essas duas coisas que os brasileiros não vivem sem!

1. Amamos mais que futebol e brigadeiro

Todo mundo sabe que o futebol e o samba são paixões nacionais, certo? Mas o pão também tem que entrar nessa lista.

Uma pesquisa de mercado realizada pelo SEBRAE  mostrou que o pão é o alimento que não pode faltar na mesa dos brasileiros. Estima-se que cada brasileiro consuma uma média de 22,5 Kg de pão por ano.

E o samba? Ainda é o preferido de 44% da população.

2. Brasileirinhos com um pézinho lá fora

Sim, tanto o samba quanto o pão são queridinhos no Brasil, porém suas raízes são de fora. O pão surgiu na região da  Mesopotâmia, onde hoje conhecemos como Iraque, há quase 12 mil anos.  As primeiras padarias, por exemplo, foram criadas no Egito. Essa delícia caiu nas graças brasileiras, primeiro com a chegada dos portugueses e depois se intensificou com a imigração italiana.

O samba é brasileiríssimo, porém aquele batuque que originou o gingado veio da África com os escravos. As batidas que deram início ao samba, a princípio,  eram usadas em rituais religiosos e mais tarde serviram de inspiração para o que hoje temos como samba.

3. Team Samba e Pão desde criancinha

Se os eventos de família eram repletos de Beth Carvalho, Adoniran Barbosa e Dorival Caymmi, não tinha como não ser apaixonado por samba, né? A família é o nosso primeiro contato com o mundo e com a música. Com a comida não seria diferente, né!?

Vai dizer que não tinha um pão quentinho no café da manhã com a família? É algo que o brasileiro faz questão de ter na mesa até hoje.

4. Pé na areia, um pãozinho, água de coco e um sambinha

Pão e Samba dão match com a galera reunida. O que não pode faltar em um bom churrasco com o pessoal é um samba de roda e aquele pãozinho de alho. Aliás que tal experimentar a baguette de açafrão com alho da Fornarii  no próximo churrasco?

Se você curte uma praia com os amigos pode notar que o pãozinho para beliscar e uma caixinha de som com um samba tocando são presença garantidas.

5. De todas as cores, varias idades e muitos amores…

Se engana quem acha que só existe o pão francês e o Samba raiz. Se tem uma palavra que define pão e samba é: variedade. Diz aí, você conhece todos os estilos de samba e de pão?

O samba de roda é aquele que o pessoal junta palmas e canta junto com os instrumentos. Já o samba-canção é perfeito para uma declaração, romântico, lentinho e meloso. O samba de partido alto é improvisado e mostra a realidade da região de quem canta. O samba-exaltação, como nome já diz, foi criado para exaltar o nosso país. O samba-enredo é velho conhecido nosso de todo carnaval.

Aliás, a história do pão virou samba-enredo da escola Unidos Da Tijuca em 2018, sabia?

Os pães são diversos também, tem a bagette, o italiano, pão de queijo, o pão doce, pão de leite. E se a gente pegar a linha da Fornarii de pães artesanais tem pão rústico, australiano, com cereais, ciabatta, integral, sourdough, au levain, pão do campo, de vinho, nozes com gorgonzola, açafrão com alho e muitos outros.

É bem difícil escolher entre pão e samba. Os dois junto são a parceria perfeita, né? É quase a mistura de Beth Carvalho e Zeca Pagodinho. Mas conta pra gente, você gosta mais de pão ou de samba?

Afinal, por que a farinha que nós utilizamos é melhor?

Muito se fala sobre a ação das farinhas no organismo, sobre a intolerância ao glúten e a qualidade da farinha. Mas afinal, por que a farinha que nós utilizamos é melhor do que a comum?

No dia 10 de novembro celebramos o Dia do Trigo, e todos os benefícios da farinha utilizada depende da qualidade desse ingrediente. Desde o plantio até a embalagem e armazenamento influenciam a qualidade e saudabilidade do pão artesanal.

A farinha comum

Segundo pesquisa realizada pelo site Hypeness, a farinha comum possui diversas substâncias com o objetivo de melhorar a textura e torná-la branquinha.

“Entre eles estão o azodicarbonamida, ortofosfato tricálsico, fostato de amônio dibásico, óxido de cálcio e cloridrato de L-cisteína.” São nomes complicados, mas se pesquisarmos, encontraremos nas fórmulas de produtos de beleza, por exemplo.

A utilização de “alvejantes” para trazer uma coloração branquinha substitui o processo tradicional e antigo de moagem, que separa a casca e as impurezas do trigo durante o refinamento.

Tais compostos podem trazer malefícios à saúde como alergias e intolerâncias. Por tudo isso, os produtores de pães artesanais e, principalmente, de longa fermentação, escolhem farinhas importadas para a produção das receitas.

Qual farinha nós utilizamos?

Nós da Fornarii optamos pela farinha francesa, produzida com alto rigor de qualidade, desde o trigo, que respeita o meio ambiente através da preservação da biodiversidade, com áreas de plantio seguras e livres de poluição.

Além disso, as farinhas de origem europeias possuem diversas certificações, por exemplo o selo CRC “Label Rouge” criado pelo Governo Francês, para garantir a preservação da saúde do consumidor e pensando principalmente na alimentação infantil.

Esse selo garante que o produto possui qualidade superior, ou seja, sem contaminantes, sem melhoradores e com armazenamento 100% sem pesticidas ou outras fontes químicas.

Explicamos todos os detalhes sobre a qualidade da farinha utilizada pela Fornarii e por que ela é melhor do que as farinhas comerciais brasileiras. Contamos também como isso impacta na qualidade do nosso pão.

Resultado

Quando comparamos pães produzidos com a farinha branca comum com as importadas, podemos notar diferenças desde a casca até os nutrientes. A casquinha crocante e os alvéolos bem formados são resultado de uma fermentação longa e ingredientes de qualidade.

Por isso, trouxemos um comparativo entre a farinha mais comum também utlizada no Brasil e a utilizada pela Fornarii:

Fornarii

Outras

Aditivos

Conservantes

Alvejantes

Melhoradores

Agroquímicos

Poluição

Pesticidas

Glúten

Sódio

Vitaminas

Quais os benefícios?

A vantagem desse ingrediente é que os pães Fornarii podem ser considerados mais saudáveis do que outros pães industrializados ou “tipo artesanais”, afinal são utilizados ingredientes sem conservantes, melhoradores ou aditivos.

Além disso, a longa fermentação realiza um processo de quebra das moléculas de glúten durante a fermentação do pão. O que evita desconfortos no organismo e facilita a digestão até mesmo para pessoas com intolerância ao glúten.

Depois de tantas informações, quem aí também ficou com vontade de experimentar um delicioso Fornarii?

 

 

Artesanal x “tipo” artesanal, quem vence?

Dia 16 de outubro é comemorado o Dia do Pão, mas você sabe de onde veio essa tradição? 

 

O pão é um alimento milenar, o primeiro registro desse alimento é de aproximadamente 4 mil anos a.C. pelos egípcios, que realizavam a fermentação de uma massa trigo. 

Mas quem tornou esse alimento popular foram os romanos, que faziam um corte no formato do sinal da cruz em cima da massa e rezavam para que ela crescesse muito. Mal sabiam eles que essa seria uma técnica básica ensinada nos melhores cursos de panificação, já que tornam o pão mais bonito e simétrico.

Em 2000 a União Internacional de Padeiros resolveu celebrar essa data tão especial e instituiu o Dia Internacional do Pão. 

E como a alma da Fornarii é a fermentação natural e a arte milenar de um pão artesanal, resolvemos trazer alguns convidados para provar o tradicional Fornarii e um “tipo” artesanal. O que queremos saber com esse teste é: qual o melhor? 

Ficou curioso para saber quem vence? Assista ao vídeo e descubra.

Tudo o que você precisa saber sobre o seu pão preferido

Muitos são os segredos por trás do pão que você adora. Porque algumas receitas passam de geração para geração, enquanto outras, aliam o toque pessoal de cada panificador à uma técnica que combina ingredientes especiais, a temperatura do forno, a sova, a modelagem, o tipo de fermentação e muitos outros detalhes que fazem da produção do pão uma verdadeira alquimia.

Mas calma, você não precisa ser um mestre padeiro para identificar o pão perfeito. Todo produto possui algumas características que podem ajudar você a acertar na escolha.

Primeiro, a casquinha.
Ela precisa ter a aparência crocante, mas não dura. O ideal é que, ao apertar bem de leve, você já consiga ouvir um “crec crec” que é o certificado de rigidez ideal.

Sobre a casquinha, os cortes.
Seu pão aparenta ter uma cicatriz em cima? São os cortes. Eles precisam ser feitos na massa ainda crua para garantir que o pão cresça de maneira uniforme e permita a saída dos gases decorrente da fermentação.

Depois, o miolo.
Sempre que o pão estiver cortado, você vai poder observar a textura do miolo. Ela deve ser homogenia, ter um aspecto aerado e uniforme.

No miolo, os alvéolos.
Os alvéolos são essas pequenas bolhas de ar que você encontra no meio do pão. Elas são muito importantes para garantir a maciez e o forneamento ideal do seu pãozinho.

Viu como é fácil? Todas essas curiosidades certamente vão ajudar você a conhecer melhor os produtos que chegam na sua mesa. Mas quer saber o melhor de tudo?

Com os produtos da Fornarii, você não precisa se preocupar com nenhum destes detalhes: nossos produtos carregam a qualidade das receitas francesa e italiana e a precisão da tecnologia alemã para garantir que o pão que chega na sua casa é sempre fresquinho, macio, crocante e, principalmente, delicioso!


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